Dicas Financeiras para acabar com as dívidas
Técnicas infalíveis para você sair das dívidas

Vergonha de tanta dívida

Nos dias de hoje em meio à crise é muito comum as pessoas possuírem dividas. O único comércio que vem crescendo em disparada são as empresas de proteção ao crédito como Serasa e SPC. Todo esse aumento nas dívidas vem da crise financeira que nosso país está enfrentando, com juros crescendo a cada dia, o dinheiro da população estagnado enquanto os produtos e serviços estão disparados no preço.

Infelizmente as pessoas endividadas sofrem, a dívida além de provocar a baixa do score e status bancário ainda acarreta problemas de convívio e familiar. Um endividamento pode provocar até uma depressão e problemas de auto estima. Entre os problemas mais comuns estão:


Baixa no score: O score é o número feito pelas instituições de proteção ao crédito que mostra a confiabilidade de um CPF. Isso quer dizer que o score marca a chance do cliente efetuar o pagamento antes de realizar qualquer tipo de compra.

Problemas familiares: Segundo os especialistas as maiores crises que os casais enfrentam é provocada por falta de dinheiro e endividamento. A preocupação fica dividida entre o casal afetando o desenvolvimento do relacionamento.

Problemas de depressão e auto estima: Uma das doenças mais comuns hoje em dia é a depressão e ela pode ser ocasionada por diversos problemas pessoais, um deles o endividamento. Uma pessoa que sofre com o endividamento acaba se sentindo prepotente em diversas ocasiões, sentindo como se não tivesse função perante o mundo. Todo esse problema acaba gerando um problema social, onde a pessoa sente tanta vergonha de si mesmo que não consegue se relacionar com outras pessoas e a cada vez que faz essa escolha se afundar mais na depressão, gerando assim um ciclo vicioso.

Nós seres humanos temos a mania de imaginar que a grama do vizinho sempre é mais verde que a nossa, mas nem imaginamos os tipos de problemas que as outras pessoas passam e as vezes eles podem ser iguais ou piores que os nossos. O endividado se vê sozinho e sem saída, na maioria das vezes, mas não para pensar que mais da metade dos brasileiros está passando pelo mesmo problema. O importante nessa situação é levantar a cabeça e batalhar para melhorar, só de cabeça erguida podemos enxergar o futuro e as pessoas ao nosso redor.

Planejar o futuro também pode ser uma boa alternativa para uma pessoa com problemas financeiros. Mas para isso é importante planejar o pagamento da dívida atual, fazer uma estratégia para a quitação e pensar em como será a vida depois dessa fase. Tente ser positivo, pois o negativismo atrai vibrações ruins e isso pode afetar na sua vida e na da sua família. E lembre-se que tudo que está ruim ainda pode piorar e você não lutar.


Não consigo mais pagar o consórcio 

O que fazer se você não está conseguindo mais arcar com as parcelas do consórcio?

O sonho da casa própria ronda a cabeça de 99% dos brasileiros, mas os imóveis têm um valor bastante elevado e o aluguel acaba não compensando, assim para a compra muitos optam pelo uso do financiamento. Hoje os financiamentos estão difíceis, as financeiras pedem cada dia mais recursos e o processo burocrático ficou muito grande. Para as pessoas que estão impossibilitadas de aderir ao financiamento, pode entrar para um consórcio. A maior diferença entre o financiamento e o consórcio da BV Financeira é a facilidade da aquisição, a pessoa que procura o banco para adquirir o consórcio não precisa passar por muita burocracia, como comprovar renda e apresentar fiador.

O consórcio é quando um banco combina com um grupo de clientes um valor, para ser pago em parcelas, após o fim do pagamento das parcelas o cliente recebe o valor total estipulado pelo grupo. Durante esse período também acontecem sorteios, mas para isso as pessoas têm que dar um lance em dinheiro, e caso sejam sorteadas podem receber o valor total antes do fim do período estipulado e continuar pagando as parcelas. Normalmente eles são oferecidos por instituições financeiras e são de fácil aquisição, a maioria dos clientes que utilizam o meio do consórcio optam em usar o dinheiro para a compra da casa e veiculo próprio.

Para entrar no consórcio é necessária uma vasta pesquisa, para saber idoneidade da empresa e o tipo de consórcio que encaixa com o seu bolso. Após essa pesquisa basta procurar a instituição e ver quais são os valores oferecidos, o tempo de pagamento, o valor das parcelas e as regras dos lances e sorteios.

Mas como nos dias de hoje as dividas ficam maiores e o poder aquisitivo menor, as parcelas podem apertar o orçamento mensal. Diferente de outros meios de capitalização os consórcios não oferecem multas para os desistentes, e essa é uma das enormes qualidades desse tipo de serviço. Outro ponto positivo é valor dos juros cobrados, que são muito baixos perto dos altíssimos acréscimos de um financiamento.

Um problema que ocorre é que as vezes durante o consórcio as pessoas não conseguem continuar pagando e precisam desistir das parcelas. Cada consórcio apresenta suas regras, mas como todos são controlados por um órgão central as regras de pagamento são sempre as mesmas. Caso a pessoa queira desistir no meio das parcelas, ela pode apenas parar de pagar e ao final receberá toda a quantia que foi paga. Mas alguns podem pagar antes do término, mas descontam uma porcentagem do montante total.

Caso você esteja com problemas para pagar o consórcio, procure a instituição financeira e tente negociar uma mudança de plano para baixar o valor parcela ou até mesmo o valor final a ser recebido.


Vivo apertado e sou muito cobrado em casa 

Muitas pessoas não possuem uma educação financeira adequada, e isso pode se tornar um problema para alguns relacionamentos, então é até comum nos depararmos com queixas do tipo "vivo apertado e minha mulher ou homem me cobra muito", mas o que podemos fazer para mudar essa situação?

Tudo se trata de uma educação financeira, mas infelizmente isso não é algo que buscamos com tanta frequência como ensinamentos mais corriqueiros. Uma educação financeira vai muito mais do que o quanto ganha e o quanto gasta, passa por planejamento e até onde investe o seu dinheiro, e ao contrário do que muita gente pena, investimento não é algo só para as pessoas com muito dinheiro.

Mas convenhamos que com a facilidade que a internet proporciona hoje em dia, a desculpa de falta de instrução para um melhor planejamento financeiro não pode ser mais desculpa, afinal o que não faltam são sites com ensinamentos e aulas gratuitas, e até mesmo canais no Youtube, onde aprendemos tudo de uma maneira mais dinâmica, através de vídeos e exemplos práticos.

Então quando você se pegar com a queixa de "vivo apertado e minha mulher ou homem me cobra muito", reflita se você está mesmo seguindo o caminho para uma vida financeira segura, e caso ache necessário procure esse auxilio, reserve uma porção do seu dia para se dedicar a essa educação financeira, nem que seja para assistir um vídeo durante o seu horário de almoço, no trabalho mesmo, até mesmo através do smartphone, afinal com as facilidades de hoje a dificuldade do acesso a esse tipo de educação já não é desculpa.

Não deixe esse tipo de problema fazer uma grande confusão no seu relacionamento, se eduque e torne a sua vida financeira em algo saudável, pois isso não irá beneficiar apenas o seu parceiro (a), mas também para você, que poderá fazer novo plano, se sentir um pouco mais folgado e mais livre, sem grandes impedimentos.

Com uma vida financeira mais equilibrada vocês poderão fazer alguns planos que deviam estar emperrados pela falta de dinheiro, e isso pode melhorar a sua convivência, a sua vida amorosa, e tudo o que diz respeito a sua saúde financeira e amorosa.

Agora se você acha que possui uma boa educação financeira, e que pouca coisa pode mudar apenas com algumas contingências e investimentos, talvez seja o caso de você conversar com o seu parceiro (a), para que junto possam pensar em alguma fonte de renda alternativa, seja a venda de algum produto, ou até mesmo algum tipo de serviço que vocês possam prestar nas horas vagas.

Quando a sua principal preocupação for "vivo apertado e minha mulher ou homem me cobra muito", reflita sobre a sua educação financeira, e sobre o que você pode mudar.


Não consigo mais pagar o financiamento do veículo 

Vivemos em país que os meios de transportes são quase que precários, ônibus sempre lotados, metrôs e trens que apresentam sempre grandes problemas. Isso ainda é o mínimo, já que algumas cidades nem possuem metrôs e ônibus para a locomoção da população. Apesar de serviços como taxis e UBER salvarem a vida de algumas pessoas, eles ainda possuem um valor elevado para a realidade brasileira. Esse tipo de serviço pode ser a opção para quem não precisa se locomover com tanta frequência, já as outras pessoas têm que contar com veículo próprio para não gastar rios de dinheiro. 

O veículo próprio as vezes é a melhor opção, mas sem levar em conta a poluição que ele gera, os gastos excessivos e trânsito que enfrentamos com ele. E apesar de todos os contras a maioria das pessoas, que não possuem, pretendem comprar o veículo próprio.

O jeito mais fácil de adquirir um carro é o financiamento, mas ele vem junto com os juros elevados e isso transforma suas parcelas em bolas de neve no orçamento mensal. Por conta disso muitas pessoas não têm como pagar o financiamento. Mas é preciso pesquisar e bem pensar bem antes de comprar o carro, o financiamento apesar de ser um facilitador, possui os juros bem elevados e essa pode ser uma péssima opção para as pessoas com a vida financeira instável.

Mas diferente de um consórcio a desistência de um financiamento é bem mais complicada e burocrática.

Se esse for seu caso, você deve procurar a instituição financeira munido de documentos que comprovem suas dívidas, após esse processo existem duas soluções, a renegociação ou a venda do veículo. Caso você opte pela renegociação, você pode negociar com a instituição o valor dos juros e a extensão do tempo de pagamento, muitas das empresas preferem reduzir o valor dos juros e estender as parcelas, do que correr o risco de ficar sem receber. Mas se você não pode arcar com a renegociação a saída é vencer o veículo, você pode vender pelo valor integral da tabela FIPE ou passar o financiamento a diante, nesse caso o comprador deve procurar um banco e transferir a dívida.

O grande problema é que muitas pessoas que possuem um veículo financiado e estão passando por um momento financeiro delicado, optam simplesmente por parar de pagar o carnê do financiamento, mas essa decisão é muito errada. Após alguns meses sem receber o pagamento, as financeiras podem acrescentar o nome do cliente em empresas de inadimplência e ainda podem resgatar o bem. Sendo assim, se você está passando por essa situação pense bem antes de simplesmente parar de pagar o carnê, além de todo o processo do "nome sujo" você perderá todo o dinheiro que foi investido nas parcelas já pagas do veículo.

Não consigo sair do vermelho 

Uma das maiores dúvidas das pessoas endividadas é de como se livrar da bola de neve que assumira, por isso questões como "Não consigo sair do vermelho, o que fazer?" "Pegar um empréstimo?" não são nada incomuns. Mas calma, existem algumas dicas que podem te ajudar a se livrar dessa tão temida situação.

O primeiro passo é realizar um planejamento completo dos gastos realizados para saber o que realmente é essencial ou o que pode ser reduzido ou cortado, estudando todas as suas dívidas para compreende-las de uma melhor forma, listando o quanto você está devendo, há quanto tempo e para quem. Inclua também as despesas fixas, o empréstimo e os juros a serem pagos.

Em seguida passe a controlar o seu orçamento, anotando tudo o que comprar, tomando consciência de onde pode estar as possíveis fugas de dinheiro.

Então renegocie as suas dívidas e dê preferência para quitar as dívidas com juros mais altos, como cartão de crédito. E vá pouco a pouco ajustando o seu padrão de vida aos seus reais rendimentos.

Ao notar a necessidade de realizar uma compra saia de casa com uma lista de produtos e se atenha apenas a ela, para não compre objetos supérfluos. Ainda assim pesquise preços e formas de pagamento antes de efetuar a compra, preferindo sempre a forma de pagamento em dinheiro, já que visualizar fisicamente o quanto está gastando pode evitar gastos desnecessários.

No que se refere aos cartões de crédito é importante que faça uso apenas de um, e apenas em casos emergenciais.

No que se refere ao lazer, evite ir ao shopping e procure atividades gratuitas como passeios a parques públicos, exposições e museus, busque uma nova forma de cultura e lazer nesse momento de mais dificuldade, mas não deixe de realiza-los.

Não use o cheque especial, limite de crédito pré-aprovado ou o pagamento parcial do cartão de crédito, para que não caia no pagamento de juros.

Estabeleça como a sua prioridade o pagamento da dívida. Se não puder pagá-la à vista, parcele. Cuidado para que ela não ultrapasse 15% do seu salário para não comprometer ainda mais a sua renda.

Busque alternativas para aumentar a renda familiar e procure atividades extras que possibilitem outra fonte de dinheiro. Recorra aos investimentos e depois de sair do vermelho você voltará a poupar.

Quando você se encontrar em uma condição onde a questão "Não consigo sair do vermelho, o que fazer?", mantenha-se focado em seguir essas dicas, para que não acabe entrando em ainda mais vidas.

Em casos mais extremos uma ajuda profissional de um gestor financeiro pode ser uma boa saída. Existem algumas oportunidades que esse tipo de serviço é oferecido de maneira gratuita, como feiras para o renegociamento de dividas por exemplo.

Não consigo sair do cheque especial 

Os bancos e instituições financeiras sempre vão querer atrelar um cliente a elas por meio de alguma dívida, já que é assim que eles conseguem a sua maior parte no percentual de lucro, cobrando juros e taxas sobre dividas. Então não é nada incomum um banco fornecer ao seu cliente um limite de cheque especial, sem se quer que o mesmo tenha sido solicitado, para que assim o cliente possa se enrolar com alguma emergência, e tenha de recorrer ao mesmo, ou até para que por fim o seu ordenado seja completamente consumido pelo serviço cheque especial e utilize o tão temido limite quase que mensalmente, como um salário.

Mas e quando a pessoa tem uma dúvida do tipo "Não consigo sair do cheque especial, o que fazer?", como podemos ajuda-la?

Assim como as demais dividas, o primeiro passo é analisar a dívida do cheque especial. Veja se possui outra dívida recorrente, em caso de acúmulo de saldo devedor é preciso englobar também as outras contas pendentes, para estruturar de uma maneira melhor o seu planejamento financeiro.

Caso o problema seja pontual, algo só com o cheque especial, a situação não é tão crítica assim, coloque tudo na ponta do lápis, some os juros e veja quanto será a sua dívida ao final do próximo período que você contará com o dinheiro.

Para um controle de gasto é imprescindível que você anote tudo que você for comprar com o seu devido valor, assim ao fim de um tempo estipulado você poderá conferir possíveis fugas de dinheiro, e terá um valor dos seus gastos fixos e variáveis.

Com tudo anotado, e ciente do quanto você pode pagar, chegou a hora de procurar o seu banco para uma negociação. Não tenha vergonha, não há motivos para isso, milhares de pessoas se encontram na mesma situação que a sua e você está seguindo o caminho mais adequado para sanar a sua dívida.

Ao solicitar ajuda do seu gerente seja franco com ele, e deixe claro o valor que você pode pagar e em quais condições. Não adquira uma nova dívida fora do seu orçamento na qual você não poderá honrar no futuro. E sempre que possível tente liquidar o máximo possível da dívida a vista, para fugir as elevadas taxas de juros.

Para que tudo se encaixe no seu orçamento não tem mágica, você terá de cortar despesas mais supérfluas, e alguns gastos considerados desnecessários. Comece com coisas simples, como reduzir o seu pacote de internet ou televisão, evite usar a internet no celular se o sinal de wi-fi esteja disponível, enfim, defina o que é essencial e o que pode ser cortado ou diminuído.

Por fim planeje a sua fonte de renda extra, seja férias, décimo terceiro salário, prêmios, abonos, gratificações, comissões, ou até mesmo uma possível fonte de renda fora do trabalho para ajudar a complementar a sua fonte de dinheiro nesse momento mais difícil.